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Número de Trabalho: 36

Impacto da regulamentação das boas práticas de manipulação na farmácia hospitalar brasileira

Danilo Jose Ciryllo Silva Noya, Juliana Fernandes de Carvalho, Danylla Gabryella Reinaldo Batista, Júlia Silva do Nascimento, Samara Karoline Dantas Costa

Introdução

As boas práticas de manipulação de medicamentos em farmácias hospitalares no Brasil estão regulamentadas pela Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) da Agência Nacional Vigilância Sanitária (Anvisa) Nº 67/2007, a qual estabelece que o Farmacêutico é responsável pela manipulação de medicamentos em uma infraestrutura adequada. Ainda assim, hospitais enfrentam barreiras para consolidar a implantação de uma Farmacotécnia, requisito para confecção doses unitárias. A não adesão à norma se dá pelo investimento financeiro necessário, mas também pelo fato da RDC/Anvisa Nº 45/2003 facultar à equipa de enfermagem o preparo das apresentações injetáveis. Um estudo brasileiro observou que 62,2% das preparações em um hospital pediátrico continham erros quanto à técnica e dose. As apresentações para adultos precisam ser adaptadas para crianças e neonatos, assim é rotina a preparação de formulações a partir de comprimidos triturados, da abertura cápsulas e da diluição de soluções nas unidades de internação.

Objetivo

Desenvolver análises farmacoeconômicas e de segurança do paciente com o objetivo de fundamentar a importância da farmacotécnia hospitalar.

Metodologia

Trata-se de um estudo transversal e retrospectivo, em que foram avaliadas as prescrições e a dispensação de medicamentos para a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, no segundo semestre 2018, sob autorização do comitê de ética e pesquisa (Plataforma Brasil: CAAE 13306919.8.000.5292).

Resultados

Os resultados preliminares sugerem que um sector de Farmacotecnia impactaria em uma economicidade de 38,62% na manipulação de injetáveis, e de 78,81%, na adaptação de comprimidos, somente pela minimização dos custos diretos com medicamentos. O gráfico abaixo mostra o número de ampolas e frasco-ampolas que seriam poupados por meio de uma farmacotecnia.

Conclusão

Conclui-se que a implementação de um sector de Farmacotecnia é benéfico para o hospital quanto aos aspetos econômicos. Além disso, a literatura sugere que isso se agrega à redução nos erros de medicação, garantia da técnica asséptica, e manutenção da integridade das formulações. No entanto são necessárias pesquisas mais robustas que demonstrem o impacto desse sector na farmácia hospitalar.

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